sábado, 21 de novembro de 2009

Apesar de tudo...


Presentemente a azáfama da vida tem-me dispersado a atenção por um sem número de afazeres. São as idas e vindas, duas vezes por semana, à Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa, são as aulas que ando a ter no English Centre, também duas vezes por semana, as aulas de acrílico no atelier do Micaspatudo em Caldas da Rainha, a ginástica.... Enfim, eu própria fico cansada só de pensar na enumeração de todas as actividades a que me obriguei a realizar este ano. Mas o velho ditado “quem corre por gosto não cansa” está presente e fico feliz por ter saúde, disposição e oportunidade para me envolver em todas elas.

Quer isto dizer que o tempo que posso despender para me ocupar deste espaço que tanto aprecio, o meu blog, é bastante limitado. Vou fazendo o que estiver ao meu alcance para o manter vivo.

Hoje apresento três trabalhos que concluí há umas semanas e que vou colocar no Museu do Ciclismo amanhã, domingo.

A propósito: as quatro aguarelas que levei ao Museu do ciclismo foram vendidas no dia da inauguração da exposição. Fiquei muito feliz com o facto. Se eu quiser ser mais honesta, terei de dizer que fiquei mesmo radiante com o facto de alguém, que não está ligado a mim, ter apreciado os trabalhos, a ponto de os adquirir para si, para passarem a fazer parte do seu mundo. É como se um pouquinho da minha pessoa se prolongasse, se estendesse a um território físico e emocional a que eu, enquanto ser vivo, não tenho acesso. Foi um dia importante para mim.


A luz emerge das trevas, 2009

Aguarela (50cm x 40 cm)

Eu e os outros, 2009

Aguarela (40cm x 50 cm)

Espírito totémico, 2009

Acrílico sobre tela (40cm x 60cm)

(O tabalho foi realizado a espátula e a foto faz perder as nuances de cor)

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